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13 MAR
2018
Givenchy, gigante da moda francesa e estilista das estrelas, morre aos 91 anos

O estilista francês Hubert de Givenchy, aristocrata que fundou a grife Givenchy nos anos 1950 e se tornou famoso por vestir estrelas como Jacqueline Kennedy Onassis e Grace Kelly, morreu aos 91 anos, no sábado (10) enquanto dormia.

Presença imponente na moda desde que apresentou sua primeira coleção em Paris aos 24 anos, Givenchy se tornou sinônimo de elegância e glamour despretensioso. É dele o vestido preto que Audrey Hepburn usou em “Bonequinha de Luxo”.

Sua família – seu pai foi o marquês de Givenchy – esperava que ele se tornasse advogado, mas o jovem de 1,96 metro foi atraído pela moda e pelo desenho muito jovem, mudando-se para Paris para estudar aos 17 anos.

Suas criações características, como as blusas de manga bufante e as calças de barra na altura do tornozelo com bordas franjadas, foram saudadas à época como alternativas descontraídas às cinturas justas e às curvas artificiais do então dominante “New Look”, de Christian Dior.

Sua primeira coleção, exibida em 1952, consagrou-se no dia em que foi revelada: Givenchy recebeu o equivalente a 7 milhões de francos de encomendas, o suficiente para lhe permitir pagar seus financiadores e assumir a propriedade do negócio.

Seu interesse em tecidos se originou de uma familiaridade precoce com peças finas na casa de seu avô materno, um administrador da tapeçaria Beauvais e Gobelin e colecionador de tecidos de qualidade.

O pai do estilista morreu quando Hubert, nascido em Beauvais, ao norte de Paris, tinha dois anos de idade. Ele e seus irmãos foram criados pela mãe e os avôs maternos.

Inicialmente o jovem Givenchy estudou Direito, mas se contagiou pelo clima de liberação pós-Segunda Guerra Mundial e entrou na Escola de Belas Artes da capital francesa.

Fascinado pelo espanhol Cristóbal Balenciaga, à época o decano dos estilistas parisienses, Givenchy se apresentou com seu livro de desenhos à porta do artista, onde foi dispensado com um brusco “o senhor Balenciaga não recebe ninguém”.

Givenchy foi aprendiz de outros designers –Jacques Fath, Robert Piguet e a exuberante e iconoclasta Elsa Schiaparelli– antes de se aventurar como criador.

Após sua estreia fenomenal, Givenchy foi a Nova York capitalizar sua popularidade com os norte-americanos. Foi lá que ele finalmente conheceu o recluso Balenciaga, e os dois mantiveram uma amizade estreita até a morte do espanhol em 1972.

Fonte: Forbes Brasil



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