Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
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Claudio Diniz   |   Notícias   |   Fotos   |   Vídeos   |   Artigos   |   Contato
 
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01 NOV
2017
Veja como será o novo aeroporto de Pequim: Simplesmente Lindo!

Pequim passará a ter dois aeroportos. Com um custo total de 11,5 mil milhões de euros, o novo aeroporto da capital chinesa estará pronto em 2019 e acicatará a luta das três principais companhias locais pelo domínio dos céus chineses.

O tráfego aéreo chinês é dominado por três companhias: Air China Ltd, que controla Pequim; China Eastern Airlines Corp.; com base em Xangai; e China Southern Airlines Co., que controla o aeroporto de Guangzhou. O aparente equilíbrio estará prestes a mudar, uma vez que o Governo chinês anunciou a construção de um novo megaeroporto na capital do país, que lentamente se tem tornado um dos hubs mais importantes do mundo.

Implicando um investimento de 11,5 mil milhões de euros e com inauguração prevista para 2019, o novo aeroporto foi designado pelas autoridades chinesas como o hub para membros da SkyTeam, um grupo global de companhias aéreas do qual fazem parte as duas rivais da Air China, China Eastern Airlines e China Southern Airlines. Cada uma destas companhias poderá capturar até 40% dos passageiros deste aeroporto, o que lhes dará ligações muito apetecidas entre a capital chinesa e cidades nos EUA e Europa, numa zona que anteriormente era quase exclusiva da Air China.

Corrine Png, CEO da consultora Crucial Perspective, de Singapura, diz à Bloomberg que “esta medida muda completamente as regras do jogo para China Eastern e China Southern”. E acrescenta: “Ter todos os membros da SkyTeam debaixo do mesmo teto vai permitir ligações quase sem tempo de espera.”



A “invasão” dos concorrentes regionais da Air China tem repercussões que vão muito além das fronteiras do país, isto porque cada uma das companhias chinesas tem uma forte posição em determinadas zonas do globo. A Air China usa os seus parceiros da Star Alliance para controlar muitas das rotas para a Europa e para a América do Norte, ao passo que a China Eastern é o maior operador de voos para o Japão e Coreia do Sul. E a China Southern é muito forte na Austrália e no sudeste da Ásia.Com acesso a mais voos a partir de Pequim, China Southern e China Eastern podem ter, potencialmente, maior acesso às lucrativas rotas da América do Norte, ao mesmo tempo que os seus parceiros da SkyTeam conseguiriam um acesso melhorado à capital chinesa. Mais ainda, a China Southern, a maior companhia aérea do país, conseguiria ligar os seus destinos no sudeste asiático à América do Norte via Pequim.

Até lá, terão de continuar a “lutar” por slots no aeroporto atual, controlado em 38% pela Air China. Mas este está perto de atingir a sua capacidade máxima (96 milhões de passageiros/ano), tendo registado um total de 94 milhões de passageiros em 2016. “Há centenas de pedidos de voos para Pequim que são recusados diariamente porque estamos a ficar sem capacidade”, diz à Bloomberg Liu Xuesong, diretor geral da Capital Airports Holding Co., que opera o atual aeroporto de Pequim. “A cidade tem capacidade para dois aeroportos”, acrescenta.

O novo aeroporto será construído na zona suburbana de Daxing, terá um máximo de sete pistas e capacidade para acomodar até 100 milhões de passageiros anualmente. Liu estima que, até 2025, os dois aeroportos servirão um total de 170 milhões de passageiros, sendo que, destes, 25 milhões dirão respeito a voos internacionais.

Com o novo aeroporto, Pequim juntar-se-á à lista de cidades com dois ou três aeroportos internacionais, como Londres, Nova Iorque, Tóquio ou Paris. Mas, ao contrário do que acontecerá com Pequim, os aeroportos destas cidades têm papéis complementares, servindo maioritariamente um para voos internacionais e o outro focando-se nos voos domésticos ou regionais. “Até agora, nunca existiu uma cidade com dois aeroportos com a mesma escala”, refere Ma Chongxian, vice-presidente da empresa que detém a Air China, a China National Aviation Holding Co.



Tal acontece porque, normalmente, são as companhias a que decidem para que aeroportos voam. “Mas na China é diferente”, diz Steve Saxon, um dos sócios da McKinsey & Co. “O Governo tem bastante influência sobre as três maiores companhias do país”, declara, acrescentando que isso será crucial para conseguir gerir os dois aeroportos. A China Southern já declarou a sua intenção de ter mais de 200 aviões em funcionamento neste aeroporto até 2020, um quinto da frota planeada para a companhia até esse ano.

A empresa que terá mais a ganhar com o novo aeroporto será a China Eastern, pois terá hubs em Xangai e Pequim. A companhia é responsável por 50% do tráfego internacional no aeroporto de Xangai.

Apesar de as rivais terem mais a ganhar com o novo aeroporto, a Air China também terá vantagens. O “seu” aeroporto é mais perto da baixa da cidade, demorando-se cerca de 25 minutos na viagem. As ligações rodoferroviárias planeadas para o novo aeroporto demorarão praticamente o mesmo tempo, mas deixarão os passageiros na zona sul de Pequim, uma parte da capital menos conveniente aos executivos que ali se deslocam, especialmente durante as horas de ponta.

“A Air China pode mesmo ganhar quota de mercado em algumas rotas de negócios”, diz Saxon, “tal como a British Airways beneficia da posição privilegiada que tem no aeroporto de Heathrow”. Este posicionamento poderá afetar a rota Pequim-Xangai, onde a China Eastern detém cerca de 60% do mercado, diz a Bloomberg, citando dados da Huatai Securities Co.



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